Mais uma luz que se apaga

A última semana foi marcada por duras perdas: João Ubaldo, Rubem Alves e Elaine Stritch. Três admiráveis seres humanos que através de inspiração, conhecimento e atos tocaram a vida de tantos desconhecidos. Várias reportagens, homenagens e matérias especiais foram feitas sobre cada um, mas uma em especial me encantou mais, talvez por ter sido sobre uma pessoa que eu admiro a história e garra, além do trabalho.

A NY Times fez esse tributo (abaixo) à Elaine, quis compartilha-lo aqui. Stritch foi – é – um ícone da Brodway de voz rasgada, personalidade arrebatadora e humor ácido. Estrelou a tão famosa “Quem tem medo de Virgina Woolf” além de outras peças e musicais notórios. Também trabalhou com cinema e até com a premiada série de comédia 30 Rock, mas nunca escondeu que o teatro era sua verdadeira paixão, o que a movia. Teve problemas com o álcool, foi virgem até os 30 anos.. Definitivamente recheada de histórias singulares e rancores escancarados. Umas mulher que deixou seu corpo envelhecer com a “dignidade” tão falada hoje em dia; com orgulho das marcas do passar da vida que escolheu viver, e que manteve uma jovialidade faminta em seu espírito até que a última luz se apagou para ela.

Bem, segue o vídeo, que é melhor que qualquer coisa que eu possa escrever aqui: a própria Elaine falando.

Fear is the base of what everybody does wrong in their lives. Elaine Stritch

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